
Desenvolvido e atualizado por Médicos Patologistas Clínicos
Lab Tests Online BR auxilia a população e os profissionais de saúde a conhecerem melhor os exames laboratoriais

Tecnologia da Informação em Medicina Laboratorial
Posicionamento 2012. Novos artigos. Novos temas.

Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos – PALC
Confiança, respeito e qualidade durante todo o processo laboratorial
Uma fonte pública e gratuita sobre exames laboratoriais preparada por profissionais que fazem os exames.
Conteúdo científico e técnico que interessa a profissionais e estudantes da área da saúde.
Médicos com Título de Especialista em Patologia Clínica (TEPAC) que se cadastraram na SBPC/ML.
Lista de laboratórios com o selo do Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC).
Uma pesquisa do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, desenvolve uma técnica para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Doses muito baixas de radiação gama são aplicadas na pupa, fase em que o inseto ainda é jovem, tornando o macho estéril.
“O macho copula com a fêmea 'normal' e ela põe os ovos, mas estes não eclodem”, explica o coordenador da pesquisa, professor Valter Arthur.
Ao liberar massivamente os mosquitos estéreis — produzidos em laboratório — na natureza, de preferência em localidades onde a infestação é maior, os pesquisadores esperam reduzir a quantidade de machos com capacidade de copular, assim eles entrariam em competição. “A ideia é diminuir a probabilidade do macho normal cruzar com a fêmea normal”, acrescenta.
Segundo Arthur, a radiação no Aedes aegypti ainda tem a vantagem de ser um método limpo, ao contrário de técnicas nocivas ao meio ambiente, como o uso indiscriminado de insecticidas. Os raios gama têm como fonte o colbato 60
Na primeira fase do estudo, que durou três meses, conseguiram determinar o nível de radiação para impedir a proliferação do mosquito. O próximo passo será o 'teste de compatibilidade', quando tentarão o cruzamento dos insetos.
“Não adianta você liberar o inseto estéril e ele não procurar a fêmea ou esta não aceitar o inseto estéril”, explica o pesquisador, que espera concluir toda o estudo em aproximadamente dois anos.
Mesmo com os bons resultados obtidos até agora, Valter Arthur sabe que essa técnica não vai erradicar a transmissão da doença. Mas ele acredita que deve reduzi-la a um nível que não a torne tão epidêmica.
Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial
Rua Dois de Dezembro, 78 sala 909 - Catete - Rio de Janeiro - RJ - CEP 22220-040
Telefones: (21) 3077-1400 e 0800 0231575 - Fax: (21) 2205-3386