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PALC faz pesquisa de opinião da Norma 2016

Começam os preparativos para a atualização da Norma do Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos (PALC) da SBPC/ML. A primeira etapa consiste de uma pesquisa de opinião que vai permitir conhecer a satisfação dos usuários em relação à Norma 2016, em vigor, e receber sugestões de melhorias para a próxima versão.

“A SBPC/ML promove atualizações da Norma PALC a cada três anos. Atuamos em um setor onde a evolução é muito acelerada, de modo que as atualizações frequentes tornam a Norma PALC especialmente valiosa para os laboratórios acreditados”, diz o diretor de Acreditação e Qualidade, Guilherme Ferreira de Oliveira.

A SBPC/ML e o PALC estão alinhados às diretrizes da ISQua – The International Society for Quality in Healthcare, ao qual são acreditados. ISQua é a principal organização de âmbito mundial que promove a melhoria da qualidade e a segurança na prestação de serviços em saúde.

“As respostas da pesquisa permitirão conhecer o nível de satisfação especificamente em relação ao texto da Norma 2016, sua apresentação e capacidade de proporcionar o correto entendimento. Também buscamos identificar, na perspectiva dos usuários, se a versão atual possibilita um entendimento adequado dos requisitos a serem cumpridos pelos laboratórios acreditados, incluindo as evidências que podem comprovar o atendimento desses mesmos requisitos”, explica Fernando Berlitz, membro da Comissão de Acreditação de Laboratórios Clínicos (CALC) da SBPC/ML.

Ele acrescenta que a pesquisa vai permitir “verificar a satisfação dos usuários do PALC frente ao atual modelo de avaliação de desempenho utilizado, com base em número de não conformidades em auditoria externa”.

A pesquisa tem apenas sete itens e é simples de responder. Para acessá-la clique em https://goo.gl/forms/zqJyOWCREO3TzlB53.

“O PALC é uma iniciativa da SBPC/ML para promover a qualidade nos laboratórios clínicos brasileiros, o que interessa a todos. Incentivar a participação das diferentes partes interessadas está na base desse processo”, conclui Guilherme Ferreira de Oliveira.

 

Publicado em 7/06/2018